FOMENTO FLORESTAL

Para o abastecimento dos negócios de papel para imprimir e escrever nas unidades de Mogi-Guaçu e Luiz Antônio, em 2015, a International Paper utilizou aproximadamente 74% de recursos florestais próprios. Os demais 26% são oriundos de fomentos florestais e de parceiros nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Tocantins (esse último com floresta apenas para fins de pesquisa).

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

A IP utiliza a pesquisa e o desenvolvimento para gerar inovação e otimizar seus processos, sejam eles produtivos ou operacionais. Com a preocupação constante nas necessidades dos clientes, - e em parceria com eles – visa apresentar aperfeiçoamentos e melhorias, uma vez que os processos de inovação são estratégicos ao negócio da companhia.

Uma equipe de designers, engenheiros de produto e técnicos especialistas em embalagens e papéis, além de processos de produção e logísticos bem estruturados e centros de inovação próprios instalados ao redor do mundo reservam à IP um diferencial singular: a capacidade de compartilhar tecnologias e modelos de embalagens e papéis, levando aos clientes as melhores e mais avançadas práticas no mercado.

No negócio de embalagens, serviços especializados são conduzidos por equipes qualificadas para detectar oportunidades para o desenvolvimento de soluções em embalagens de papelão ondulado. Além disso, o departamento de CVA (Customer Value Analysis – Análise de Valor do Cliente), cujo objetivo principal é aumentar a eficiência das linhas de embalagens e da cadeia reprodutiva, viabiliza benefícios diretos e indiretos e inovações aos clientes do segmento.

A companhia conta ainda com o departamento de pesquisa florestal, em que estudos abrangentes são realizados com a finalidade de garantir e aumentar a produtividade das florestas plantadas na IP. Um desses estudos denominado Melhoramento Florestal tem como objetivo aumentar a produtividade florestal e de fábrica através da recomendação de clones superiores em termos de produtividade em madeira (m³) e em celulose (rendimento da fábrica). Outro estudo, chamado Desenvolvimento Operacional busca soluções para otimizar as operações de silvicultura e colheita, pesquisando novas tecnologias que permitam a mecanização de operações manuais e também que garantam a qualidade das operações já existentes.

Por fim, a área de Excelência Florestal é responsável por mapear os processos da área florestal e propor uma melhoria continua neles, além de identificar os possíveis ganhos econômicos com as melhorias que estão sendo realizadas.